PRINCÍPIOS PARA A GOVERNANÇA E USO DA INTERNET NO BRASIL – Resolução cgi.br 2009/003/P

Considerando a necessidade de embasar e orientar suas ações e decisões, segundo princípios fundamentais, o CGI.br resolve aprovar os seguintes Princípios para a Internet no Brasil:

1. Liberdade, privacidade e direitos humanos
O uso da Internet deve guiar-se pelos princípios de liberdade de expressão, de privacidade do indivíduo e de respeito aos direitos humanos, reconhecendo-os como fundamentais para a preservação de uma sociedade justa e democrática.

2. Governança democrática e colaborativa
A governança da Internet deve ser exercida de forma transparente, multilateral e democrática, com a participação dos vários setores da sociedade, preservando e estimulando o seu caráter de criação coletiva.

3. Universalidade
O acesso à Internet deve ser universal para que ela seja um meio para o desenvolvimento social e humano, contribuindo para a construção de uma sociedade inclusiva e não discriminatória em benefício de todos.

4. Diversidade
A diversidade cultural deve ser respeitada e preservada e sua expressão deve ser estimulada, sem a imposição de crenças, costumes ou valores.

5. Inovação
A governança da Internet deve promover a contínua evolução e ampla difusão de novas tecnologias e modelos de uso e acesso.

6. Neutralidade da rede
Filtragem ou privilégios de tráfego devem respeitar apenas critérios técnicos e éticos, não sendo admissíveis motivos políticos, comerciais, religiosos, culturais, ou qualquer outra forma de discriminação ou favorecimento.

7. Inimputabilidade da rede
O combate a ilícitos na rede deve atingir os responsáveis finais e não os meios de acesso e transporte, sempre preservando os princípios maiores de defesa da liberdade, da privacidade e do respeito aos direitos humanos.

8. Funcionalidade, segurança e estabilidade
A estabilidade, a segurança e a funcionalidade globais da rede devem ser preservadas de forma ativa através de medidas técnicas compatíveis com os padrões internacionais e estímulo ao uso das boas práticas.

9. Padronização e interoperabilidade
A Internet deve basear-se em padrões abertos que permitam a interoperabilidade e a participação de todos em seu desenvolvimento.

10. Ambiente legal e regulatório
O ambiente legal e regulatório deve preservar a dinâmica da Internet como espaço de colaboração.

 

Resolução CGI.br/RES/2009/003/P – PRINCÍPIOS PARA A GOVERNANÇA E USO DA INTERNET NO BRASIL 
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Ciência é agente de transformação social

Entrevista com a neurocientista Nicolelis: Faz Diferença: ‘Ciência é agente de transformação social’
, aula inaugural na UNB e o Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS).

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Plataforma Dados.gov de Portugal

Foi lançada dia 24/11/2011 a plataforma dados.gov.pt , que tem como objetivo de ser um repositório de dados da Administração Pública do governo de Portugal.

Trata-se de uma versão beta, que disponibiliza inicialmente 100 conjuntos de dados, de 14 organismos da Administração Pública.

Entre os dados disponibilizados estão os Censos, informação sobre contratação pública, sobre educação, sobre atendimento nos serviços públicos, resultados eleitorais, entre outros.

Além do catálogo de dados, a plataforma disponibiliza um catálogo de aplicações, uma área de estatísticas e uma outra destinada a programadores.

Fonte: i-gov.org

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Universo de bit

UNIVERSO-DE-BIT-PEDAÇOS : Seminário apresentado por André Nagy, Carlos Brasileiro e Frederico Palma na disciplina de Arquitetura da Informação, ministrada pelo Prof. Mamede Lima-Marques na UNB.

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I Encontro Nacional de Dados Abertos

Neste ano de 2011 o tema Dados Abertos está recebendo grande destaque no Brasil e no mundo, merecidamente foi o tema principal do IV Congresso Software Livre e Governo Eletrônico – CONSEGI – realizado em Maio.

É com satisfação que convidamos você a participar do I Encontro Nacional de Dados Abertos. Esta é uma oportunidade para uma rica troca de experiências sobre dados abertos entre praticantes de governo e da sociedade.

A oportunidade é de discutir não só Dados Abertos, como também Governo Aberto, ou Governo 2.0, essa nova forma de exercer a transparência dos dados públicos e engajar cidadão e governo em uma sinergia colaborativa em prol da sociedade. Nesse sentido, o governo brasileiro vem liderando uma iniciativa, juntamente com os Estados Unidos da América, para que assumam compromissos e troquem experiências com dezenas de outros países. Esta iniciativa é a Parceria para Governo Aberto (Open Government Partnership em inglês).

O evento será realizado paralelamente ao II Encontro Nacional do Software Público Brasileiro, confirmado pelo Ministério do Planejamento, em conjunto com o Ministério das Cidades, a Secretaria de Relações Institucionais e a Telebrás.

Outros eventos paralelos:

- II Encontro Nacional de Tecnologia da Informação para os Municípios
- II Encontro Nacional de Qualidade de Software
- I Encontro de Governança em Tecnologia da Informação
- Pré-Conferência Nacional de Governo Eletrônico

Inscrições abertas em: http://softwarepublico.gov.br/ii-encontro-spb.

O I Encontro Nacional de Dados Abertos ocorre em sequência a um outro importante fórum internacional para a troca de experiências sobre dados abertos governamentais, o Open Government Data Camp 2011, que ocorrerá em Varsóvia, na Polônia, nos dias 20 e 21 de outubro de 2011. Um dos objetivos é trazer essa rica troca de experiências ao cenário nacional e se discutirem formas de implementar localmente os dados abertos governamentais, inclusive nas esferas estaduais e municipais.

 

Nome: I Encontro Nacional de Dados Abertos
Data: 26 e 27/10/2011
Local: Complexo Brasil 21
Hora: 09:00 – 18:00

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Consulta Pública – Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico – e-PING, versão 2012

Consulta pública sobre a proposta de Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico – e-PING, versão 2012. A arquitetura e-PING define um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) na interoperabilidade de serviços de Governo Eletrônico, estabelecendo as condições de interação com os demais Poderes e esferas de governo e com a sociedade em gera

Início: 03/10/2011 00:00

Término: 04/11/2011 23:59

 

Consulta Pública – Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico – e-PING, versão 2012

 

Baixar: Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico – e-PING, versão 2012

 

 

 

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Consulta pública – Guia de Abertura de Dados

A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, através da Infraestrutura Nacional de Dados Abertos, disponibilizou para consulta pública o documento Guia de Abertura de Dados” no portal do Governo Eletrônico

O objetivo do guia é orientar o processo de publicação de dados abertos para todas as organizações interessadas em abrir seus dados, abordando alguns aspectos gerenciais e técnicos.

Convidamos todos a compartilhar sua visão no documento.

A consulta pública está aberta de 01/09/2011 até 30/09/2011

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Crimes cibernéticos atingem diariamente 77 mil brasileiros; prejuízo anual é de R$ 104 bi

No mundo, o número de vitimas diárias é de 1 milhão. O prejuízo anual, em dólares, é de US$ 388 bilhões. Só no Brasil, isso chega a US$ 60 bilhões (o equivalente a R$ 104 bilhões). Quando comparado ao prejuízo causado, por exemplo, ao tráfico de drogas como maconha, cocaína e heroína combinados — que alcançam US$ 288 bilhões anualmente, segundo o estudo — os crimes cibernéticos pesam mais.

“Quando vemos esses números temos ideia de como os crimes cibernéticos são um perigo sério. É um crime organizado, que lucra muito com os golpes, e que deve receber toda atenção das autoridades para que seja combatido”, alertou Adam Palmer, consultor líder em ciberseguranca da Norton.

No Brasil, outro dado mostra como os crimes na internet são comuns: cerca de 8 em cada 10 internautas do país disseram já terem sofrido golpes online. Esse tipo de crime é, inclusive, mais comum que os da “vida real”: cerca de 19% dos entrevistados brasileiros disseram ter sido vitimas de crimes no mundo físico, ante a 59% no mundo virtual.

Além do prejuízo financeiro, há também a perda de tempo para resolver problemas relacionados a esses golpes. Brasileiros vitimas de crimes cibernéticos passaram 11 dias tentando resolver problemas relacionados a eles nos últimos 12 meses. A maioria deles (69%) revelou que não possuía uma solução de segurança atualizada.

Para o estudo sobre crimes ciberneticos, a Norton entrevistou 19 mil pessoas em 24 países.

Golpes comuns
Segundo a Norton, vírus que contaminam computadores e malwares são o problema mais comum no Brasil, com 68%. Invasão a perfis em redes sociais ficaram com 19% e mensagens de phishing com 11%.

Fonte: http://tecnologia.uol.com.br

 

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Guerra fria no Vale do Silício

O Vale do Silício vive uma guerra fria na qual as armas são patentes.

No dia 1º de julho, um consórcio comprou em leilão mais de 6.000 patentes da Nortel, uma multinacional canadense de telecomunicações. Apple, Microsoft, RIM (fabricante do Blackberry), Ericsson e umas tantas outras fizeram a compra. Pagaram US$ 4,5 bilhões. O maior derrotado foi a Google, que disputava o pacote. Durante o mês, a Google foi também às compras e fez seu próprio pacote de patentes, um pouco mais de mil, trazidas da IBM, Verizon e outras tantas empresas. O Vale do Silício vive uma guerra fria na qual as armas são patentes.

 

Não era assim. Até meados dos anos 1990, o departamento responsável nos EUA relutava a emitir patentes de software. Após uma série de decisões da Justiça, foi obrigado a ceder. Virou uma das maiores ameaças à criatividade no Vale.

 

Patente é uma das três formas de estabelecer propriedade. É diferente do copyright, que protege “obras autorais”, em geral artísticas; é diferente de marcas registradas, que dão posse a símbolos, palavras que determinam a imagem de uma empresa. Patentes se referem a invenções.

 

Patentes de software são vagas: a descrição de uma função qualquer exercida pelo computador. E as equipes que aprovam patentes, nos EUA, não são especialistas. O resultado é que há um mundo de patentes à solta. Até coisas triviais foram patenteadas.

Existe uma patente para o ato de comprar áudio e vídeo online. Existe patente para comprar online com um só clique. (Pertence à Amazon.) Existe patente, até, para o ato de comprar online pura e simplesmente. Foram patenteados os efeitos provocados pelo deslizar de um dedo na tela do celular ou “um sistema que grava um evento e produz cópias da gravação para distribuição após sua conclusão”. Não raro, a mesma ação óbvia de um computador carrega duas ou mais patentes que garantem a posse daquela mesma ideia para indivíduos ou empresas diferentes.

 

Patentes existem para incentivar criadores a distribuir sua invenção. Com a garantia de que receberão um percentual da venda, soltam a ideia no mundo. Hoje, no Vale do Silício, servem para inibir inovação. É claro: a turma que largou a faculdade e foi parar numa garagem para inventar a nova revolução convive com uma foice pendendo sobre suas cabeças. É tão novo que, quando a Google nasceu, pouco antes da virada do século, o risco não existia. Hoje, algum advogado pode bater à porta e exigir um dinheiro porque, inadvertidamente, violam uma patente absurda qualquer.

 

Há nome para isso: são trolls de patentes. Na mitologia nórdica, trolls são gigantes meio lentos e um bocado agressivos. Em uma das lendas clássicas, um troll vive sob uma ponte e, quando alguém tenta ultrapassá-la, surge cobrando pedágio. Os trolls sob a ponte não têm posse sobre ela; cobram pedágio porque querem, porque podem. Trolls de patentes fazem o mesmo: aparecem do nada e cobram um passe para criadores de novas tecnologias. Muitas vezes, cobram se baseando em patentes genéricas de usos óbvios do computador.

 

Para as pequenas empresas iniciantes, muitas vezes, decide a morte. Mas mesmo as grandes estão começando a perder mais e mais tempo com o problema. Apple e Samsung estão envolvidas em uma guerra judicial de patentes. Oracle e Google estão noutra. Na briga da Apple contra a taiwanesa HTC, há 20 patentes diferentes listadas. A Microsoft já recebe uma mesada baseada em patentes dos cinco principais fabricantes de celulares Android. (A Microsoft recebe mais dinheiro de royalties da venda de celulares com Android do que todo seu lucro com Windows Phone 7.)

 

Neste jogo, todos violam patentes de todos. E é por isso que grandes empresas estão indo às compras. Quanto maior o número de patentes em seu arsenal, maior seu poder de fogo. Se a Google processa a Apple num canto, alguma patente a Apple terá para processar a Google no outro. This American Life, um popular programa da rádio pública americana, se refere ao jogo das patentes como um que garante a destruição mútua. Exatamente como EUA e URSS na guerra fria. Os advogados estão assumindo o controle do Vale.

Fonte: O Globo  1/8

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Ferramentas

Para o estudo, utilizo não apenas papel, lapiseira e caneta mas um conjunto de ferramentas computacionais, incluindo este blog, que facilitam o processo de estudo e desenvolvimento. Criei uma página para listá-las e devo atualizá-la no decorrer do projeto.

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